Acervo Literário Digital

Catálogo de Obras

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31 obras encontradas (Página 2 de 2) Gênero: Filosofia × Limpar tudo

A Arte da Guerra

Sun Tzu

A Arte da Guerra é um tratado militar escrito pelo estrategista chinês Sun Tzu no século V a.C. A obra aborda princípios fundamentais da guerra e estratégias detalhadas para alcançar a vitória

A Morte de Ivan Ilitch

Liev Tolstói

Escrita por Lev Tolstói, a novela acompanha a trajetória de Ivan Ilitch Golovíin, um juiz respeitável que levou uma vida convencional, moldada pelas aparências, pelo status social e pelas convenções da alta burguesia russa. Sua existência aparentemente bem-sucedida desmorona quando ele sofre um acidente doméstico trivial que desencadeia uma doença terminal incurável e dolorosa. Enquanto enfrenta a deterioração física e percebe a hipocrisia e o afastamento de sua família e amigos diante da inevitabilidade de sua morte, Ivan é forçado a reavaliar toda a sua vida. A obra é uma reflexão profunda e angustiante sobre a futilidade do materialismo, o medo universal da mortalidade e a busca por uma existência autêntica e redimida antes do fim.

A República

Platão

A República de Platão é uma obra filosófica que explora a justiça e a estrutura ideal de uma sociedade. Através de diálogos, principalmente entre Sócrates e outros personagens, Platão discute a natureza da justiça, a educação, o papel dos filósofos como governantes e a organização das classes sociais. Ele apresenta a alegoria da caverna para ilustrar a busca pelo conhecimento e defende um Estado ideal baseado na sabedoria, coragem e moderação. O livro é uma das obras mais influentes da filosofia política ocidental.

Apologia de Sócrates

Platão

A Apologia de Sócrates é um texto de Platão que relata a defesa de Sócrates diante do tribunal ateniense. Acusado de corromper a juventude e desrespeitar os deuses da cidade, Sócrates argumenta em favor de sua filosofia, explicando que sua missão era questionar e buscar a verdade. Ele desafia seus acusadores, rejeita a hipocrisia e afirma que preferiria morrer a abandonar seus princípios. Condenado à morte, ele mantém sua postura serena, defendendo que o verdadeiro sábio não teme o fim da vida. A obra é um dos principais testemunhos sobre o pensamento socrático.

As Leis

Platão

As Leis é a última e mais extensa obra de Platão, escrita por volta de 350 a.C. Diferente de A República, onde Platão descreve um Estado ideal governado por filósofos, As Leis apresenta um modelo de governo mais prático e realista. O diálogo ocorre entre um ateniense anônimo e dois legisladores, que discutem como criar um sistema de leis para uma cidade-estado justa e harmoniosa. A obra aborda temas como educação, religião, moralidade e o papel das leis na manutenção da ordem social. É considerada uma das primeiras reflexões sobre o direito e a governança na filosofia ocidental.

Cármides

Platão

Cármides é um diálogo filosófico de Platão que investiga a virtude da sophrosyne (temperança, moderação ou autocontrole). A conversa ocorre entre Sócrates, o jovem Cármides e Crítias, que tentam definir essa qualidade moral. Sócrates questiona se a temperança é simplesmente agir com calma, autoconhecimento ou a ciência do que se sabe e do que não se sabe. O diálogo permanece inconclusivo, característica comum nas obras de Platão, levando o leitor a refletir sobre a verdadeira natureza da virtude e do conhecimento.

Crátilo

Platão

Crátilo é um diálogo filosófico de Platão, escrito por volta de 360 a.C., que discute a relação entre as palavras e a realidade. Sócrates debate com Crátilo e Hermógenes sobre se os nomes das coisas são determinados por convenção (acordo humano) ou por natureza (possuem um significado inerente). O diálogo explora a etimologia e o papel da linguagem no conhecimento, mas permanece inconclusivo, sugerindo que, embora os nomes sejam importantes, o verdadeiro entendimento vem da busca filosófica pela essência das coisas.

Crítias

Platão

Crítias é um dos diálogos inacabados de Platão, escrito por volta de 360 a.C., que narra a história mítica da Atlântida. O personagem Crítias descreve uma antiga civilização poderosa e avançada que, devido à sua corrupção moral, foi destruída pelos deuses. O diálogo faz parte de uma trilogia inacabada, continuando a discussão iniciada em Timeu, mas interrompe abruptamente antes de concluir a história. A obra combina filosofia, mitologia e política, sugerindo uma reflexão sobre a decadência das sociedades e a importância da virtude.

Críton

Platão

Críton é um diálogo de Platão, escrito por volta de 360 a.C., que trata da justiça, da obediência às leis e do dever moral. A obra apresenta uma conversa entre Sócrates e seu amigo Críton, que tenta convencê-lo a fugir da prisão para evitar sua execução. Sócrates, no entanto, recusa a oferta, argumentando que desobedecer às leis seria injusto, mesmo que ele tenha sido condenado de forma errada. O diálogo reflete sobre a relação entre o indivíduo e o Estado, destacando o compromisso com a justiça acima dos interesses pessoais.

Ecce Homo

Friedrich Nietzsche

Friedrich Wilhelm Nietzsche foi um filósofo, filólogo, crítico cultural, poeta e compositor alemão. Escreveu vários textos criticando a religião, a moral, a cultura contemporânea, a filosofia e a ciência, exibindo certa predileção por metáfora, ironia e aforismo.

Epinomis

Platão

Epinomis é um diálogo atribuído a Platão, mas possivelmente escrito por seu discípulo Filipo de Opunte. Considerado uma continuação de As Leis, a obra explora a importância da sabedoria e da matemática na busca pelo conhecimento divino. O texto argumenta que a astronomia e o entendimento dos números são essenciais para compreender a ordem do cosmos e alcançar a verdadeira virtude. Diferente de outros diálogos, Epinomis enfatiza uma visão mais mística e religiosa da filosofia, sugerindo que a vida mais sábia é aquela voltada para a contemplação do divino.

Eutidemo

Platão

Eutidemo, de Platão, é um diálogo filosófico onde Sócrates debate com os irmãos sofistas Eutidemo e Dionísodoro sobre a arte da argumentação. A obra satiriza a sofística, mostrando como esses retóricos usam falácias para confundir seus interlocutores. Ao mesmo tempo, Sócrates destaca a importância da verdadeira filosofia como busca sincera pelo conhecimento e pela virtude.

Eutífron

Platão

Eutífron, de Platão, é um diálogo filosófico que explora a natureza da piedade e da justiça. A conversa ocorre entre Sócrates e Eutífron, um sacerdote que afirma ter um entendimento perfeito sobre a piedade. Sócrates o questiona sobre a definição do que é piedoso, revelando as inconsistências em suas respostas. A obra desafia conceitos morais e destaca a busca pelo verdadeiro conhecimento.

Fédon

Platão

\"Fédon\" é uma obra filosófica escrita por Platão que explora a imortalidade da alma e a existência de um mundo transcendental. O livro apresenta um fascinante diálogo entre Sócrates e seu filho Fédon, abordando questões filosóficas e éticas.

Fedro

Platão

Fedro, um dos diálogos mais conhecidos de Platão, explora temas como o amor, a retórica e a alma. A obra é uma conversa entre Sócrates e Fedro, onde discutem a natureza do amor e a arte da persuasão. Sócrates apresenta a ideia de que o amor verdadeiro é uma forma de loucura divina que pode levar a alma à verdade e à beleza. Além disso, o diálogo aborda a importância da retórica e como ela deve ser usada de maneira ética para buscar a verdade.

Filebo

Platão

Filebo é um diálogo de Platão que explora a natureza do bem e da vida boa. Sócrates, Filebo e Protarchus debatem se o prazer ou a sabedoria são o bem supremo. Ao longo da discussão, Platão aborda tópicos como metafísica, epistemologia e ética, oferecendo insights sobre a busca da felicidade e a importância da razão.

Georgia

Platão

Górgias, um dos diálogos de Platão, aborda temas como a retórica, a justiça e a moralidade. A obra é uma conversa entre Sócrates e o sofista Górgias, onde discutem a natureza da retórica e seu papel na sociedade. Sócrates critica a retórica como uma arte que pode ser usada para manipular e enganar, em vez de buscar a verdade. O diálogo também explora questões sobre o poder, a justiça e o bem, destacando a importância de viver uma vida virtuosa.

Hipias Maior

Platão

Hipias Maior é um diálogo inicial de Platão que explora a questão fundamental: o que é a beleza? Sócrates, com sua característica ironia e método de questionamento, confronta o sofista Hipias, conhecido por sua eloquência e pretensão de saber sobre o belo. Ao longo da conversa, várias definições de beleza são propostas e refutadas, revelando a dificuldade de conceituar algo aparentemente tão simples e subjetivo. O diálogo não chega a uma resposta definitiva, mas ilustra o método socrático de busca pela verdade através do exame crítico das opiniões.

Hipias Menor

Platão

O Hípias Menor é um diálogo de Platão que explora a questão de quem é melhor: aquele que faz o mal intencionalmente ou aquele que o faz sem querer. Sócrates argumenta que aquele que faz o mal intencionalmente é melhor, pois ele tem conhecimento do que é certo e errado, mas escolhe fazer o mal. Hípias, por outro lado, argumenta que aquele que faz o mal sem querer é melhor, pois ele não tem conhecimento do que é certo e errado.

Ion

Platão

\"Ion\" de Platão explora a natureza da inspiração poética através de um diálogo entre Sócrates e o rapsodo Ion. Sócrates questiona se a habilidade de Ion em recitar Homero deriva de conhecimento ou de uma inspiração divina irracional. O diálogo levanta questões sobre a relação entre arte, conhecimento e inspiração.

Lisis

Platão

Lísis de Platão explora o conceito de amizade através de um diálogo entre Sócrates e dois jovens, Lísis e Menexeno. Sócrates questiona suas definições de amizade, levando-os a examinar a natureza dos laços afetivos e as motivações por trás da amizade. O diálogo levanta questões sobre se a amizade é baseada em semelhança, diferença ou algum outro fator, e se é desejável por si só ou por seus benefícios. Como muitos diálogos platônicos, Lísis não oferece respostas definitivas, mas convida o leitor a refletir sobre a complexidade da amizade.

Mênon

Platão

Mênon é um diálogo de Platão que explora a questão da virtude. Sócrates e Mênon discutem se a virtude pode ser ensinada, se é inata ou se surge de outra forma. Através de um diálogo socrático, Platão examina as dificuldades de definir a virtude e levanta questões sobre a natureza do conhecimento e da aprendizagem. Um escravo analfabeto é usado como exemplo para ilustrar a teoria da reminiscência, sugerindo que o conhecimento reside na alma e pode ser recordado através de perguntas. O diálogo termina sem uma resposta definitiva, mas oferece insights sobre a busca pela verdade e a importância da autoconsciência.

O Banquete

Platão

\"O Banquete\" de Platão, escrito por volta de 385-380 a.C., é um diálogo filosófico que se passa em um banquete onde vários oradores discutem a natureza do amor (Eros). Os discursos exploram diferentes facetas do amor, desde o físico até a busca pela beleza e pelo bem supremo. O discurso de Sócrates, com a famosa \"Escada do Amor\", é central, descrevendo o amor como um desejo pela beleza que ascende à contemplação da Ideia de Beleza. A obra é considerada fundamental na filosofia ocidental por sua exploração do amor e sua influência no pensamento sobre a beleza e a natureza humana. Em resumo, \"O Banquete\" é uma reflexão profunda sobre o amor em suas diversas formas e sua importância na busca pela sabedoria.

O Principe

Nicolau Maquiavel

Escrito por Nicolau Maquiavel, este tratado clássico de ciência política foi dedicado a Lourenço de Médici com o objetivo de analisar como os principados são conquistados, mantidos e administrados. A obra rompe com a tradição da filosofia política medieval ao separar a ética moral da prática do poder, defendendo que os governantes devem agir com pragmatismo, astúcia e realismo para garantir a estabilidade do Estado. O livro popularizou o termo "maquiavélico" e tornou-se um marco fundamental do pensamento político moderno, argumentando que, em certas circunstâncias, os fins justificam os meios na gestão dos assuntos públicos e na preservação da soberania.

Parmenides

Platão

\"Parmênides\" é um diálogo de Platão que explora conceitos complexos de metafísica e lógica através de uma conversa entre Sócrates, Parmênides e Zenão. O livro desafia a teoria das Formas de Platão, levantando questões sobre a unidade e a multiplicidade, o ser e o não ser, e a natureza da participação. É considerado um dos diálogos mais difíceis e enigmáticos de Platão, mas também um dos mais importantes para a compreensão de sua filosofia posterior.

Politico

Platão

Político de Platão é um diálogo que explora a arte de governar e as qualidades do verdadeiro estadista. Através de uma conversa entre Sócrates, o Estrangeiro de Eleia e o jovem Sócrates, a obra busca definir o que é um político e como ele se diferencia de outros tipos de governantes. Platão argumenta que a verdadeira arte política reside no conhecimento e na habilidade de guiar o Estado em direção ao bem comum, distinguindo-se da mera manipulação ou do uso da força. O diálogo também aborda a importância da moderação e da justiça na administração pública, oferecendo uma reflexão profunda sobre a natureza da liderança e do governo ideal.

Primeiro Alcibíades

Platão

\"Primeiro Alcibíades\" de Platão é um diálogo socrático que explora a questão do autoconhecimento como pré-requisito para a vida política e a liderança. Sócrates confronta o jovem e ambicioso Alcibíades, demonstrando sua ignorância sobre si mesmo e sobre a justiça, apesar de suas grandes aspirações de governar Atenas. O diálogo argumenta que para cuidar da cidade, é fundamental primeiro cuidar de si mesmo através da busca pela virtude e do conhecimento da própria alma. Através do método dialético, Sócrates leva Alcibíades a reconhecer sua falta de preparo e a necessidade de se dedicar à filosofia como um caminho para o autoconhecimento e, consequentemente, para uma liderança justa e eficaz.

Protágoras

Platão

Protágoras é um personagem principal em um diálogo de Platão chamado Protágoras suas ideias são amplamente discutidas no Teeteto. Os diálogos de Platão, no entanto, são uma mistura de relato histórico e licença artística, muito à maneira das peças cômicas do período.

Sofista

Platão

\"O Sofista\" de Platão é um diálogo filosófico que busca definir a natureza do sofista, distinguindo-o do filósofo e do estadista. Através do método dialético, o Estrangeiro de Eleia guia Teeteto na exploração de conceitos como ser e não-ser, verdade e falsidade, e a arte da imitação. O diálogo culmina em uma definição complexa do sofista como um mestre na arte da ilusão, que se utiliza de discursos persuasivos para criar falsas aparências de sabedoria. A obra também aborda questões metafísicas importantes, como a relação entre as Formas e o mundo sensível, e a possibilidade do discurso falso.

Teeteo

Platão

\"Teeteto\" de Platão é um diálogo filosófico central que investiga a natureza do conhecimento. Nele, Sócrates dialoga com o jovem matemático Teeteto e com Teodoro de Cirene, explorando três definições principais para o conhecimento: percepção, opinião verdadeira e opinião verdadeira acompanhada de uma explicação (logos). Através de um exame rigoroso e cheio de aporias (impasses), o diálogo demonstra as dificuldades inerentes em definir o conhecimento de forma satisfatória, levantando questões fundamentais sobre a epistemologia que continuam relevantes na filosofia até hoje. Embora não chegue a uma definição conclusiva, \"Teeteto\" oferece insights profundos sobre os limites da nossa compreensão e a complexidade da busca pela verdade.

Timeu

Platão

\"Timeu\" de Platão é um diálogo cosmológico que oferece uma explicação sobre a origem e a estrutura do universo. Timeu de Lócris, o principal orador, descreve a criação do cosmos por um Demiurgo benevolente, um artesão divino que molda o mundo sensível a partir de um modelo eterno de Formas perfeitas. O diálogo aborda a natureza da matéria, os quatro elementos, a formação dos corpos celestes, a alma do mundo e a constituição do corpo humano. \"Timeu\" é uma obra influente na história da filosofia e da ciência, fornecendo uma visão detalhada da cosmologia platônica e da sua compreensão da relação entre o mundo inteligível e o mundo físico.

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